Publicado em 18 de jul de 2022 por Mayara Armstrong

Dirigido e protagonizado por Bernard Campan e Alexandre Jollien estará disponível na Claro Now, iTunes/Apple Tv, Google Play/YouTube e Vivo Play.

MENTES EXTRAORDINÁRIAS é um filme de parceria. O ator Bernard Campan (“Os Meninos Que Enganavam Nazistas”) e o filósofo Alexandre Jollien uniram forças para dirigir e protagonizar o longa, no qual interpretam dois homens com histórias de vida e personalidades completamente diferentes viajam juntos num carro funerário para o sul da França, e, durante a jornada, descobrem que não são tão diferentes um do outro como pensam. Depois de enorme sucesso no Festival Varilux de Cinema Francês, e de ser exibido nos cinemas brasileiros, o filme chega às plataformas digitais, Claro Now, iTunes/Apple Tv, Google Play/YouTube e Vivo Play no dia 22 de julho.

Tudo começa com um acidente banal: um motorista bate num homem que guiava um triciclo e ele acaba caindo numa vala. No volante: Louis (Campan), na faixa dos 50 anos, trabalha como agente funerário, e se ocupa dos corpos, dos funerais e cuida do negócio da família, um agência funerária. 

O acidentado é Igor (Jollien), que tem paralisia cerebral e é apaixonado por filosofia. Ele ganha a vida entregando verduras orgânicas, e se mantém o mais afastado possível de outras pessoas e de uma vida social, pois prefere a companhia de Socrates, Spinoza e Nietzsche. Ele conhece pouco sobre homens e mulheres, sobre relacionamentos, amizade e sexo.

As circunstâncias da vida obrigam esses dois homens a fazer uma viagem juntos, carregando o corpo de Madeleine para sua última morada. Nessa jornada, algumas surpresas os esperam: mentiras, amizade, perda da virgindade, e oportunidades genuínas de se quebrar preconceitos. 

Campan conta, em entrevista à AFP, que MENTES EXTRAORDINÁRIAS começou a partir da amizade dele e Jollien, e caminhou para ficção. A ideia de fazer um filme juntos veio muitos anos atrás. “Levamos muito tempo para desenvolver o longa pois Alexandre queria aceitar o risco de atuar no cinema, mas isso envolve se expor a críticas e julgamentos.”

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